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Tax man’s gloomy message: the rich will get richer

For decades, experts have assumed that as capitalist economies grow, they reduce the income gap between rich and poor. That view has dominated academic thinking for 6 decades—but it’s a “fairy tale,” claims French economist Thomas Piketty. A group of researchers led by Piketty has put together a unique resource on income flows in more than 20 nations, called the World Top Incomes Database. Piketty says it demonstrates that over the long term, owners of capital inevitably acquire an outsize share of national income and wealth.
by Eliot Marshall

Tax man’s gloomy message: the rich will get richer
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EU to Keep Russia Sanctions in Force

The Council of the EU has found no grounds to ease Russia sanctions at a meeting it held on Monday.

EU exports to Moscow saw a 10.5 percent decrease, shrinking from €28.7 billion to €25.6 billion.

EU to Keep Russia Sanctions in Force :: Russia-InfoCentre.

On the 5th of January, nevertheless, France’s president declared:

Western nations should stop threatening Russia with new sanctions and instead offer to ease off on existing restrictions in exchange for progress in the peace process in Ukraine, President François Hollandeof France said in an interview on Monday.

Backing President Vladimir V. Putin into a corner will not work, he said, giving a high-level voice to what is seen as mounting sanctions fatigue among European politicians, as the Ukraine crisis lurches into a second year.

“I’m not for the policy of attaining goals by making things worse,” Mr. Hollande said in the interview on France Inter radio. “I think that sanctions must stop now.”

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Russia’s position is misunderstood, he suggested. “Mr. Putin does not want to annex eastern Ukraine, I am sure — he told me so,” Mr. Hollande said. “What he wants is to remain influential. What Mr. Putin wants is that Ukraine not become a member of NATO. The idea of Mr. Putin is to not have an army at Russia’s borders.”

InGermany, the vice chancellor, Sigmar Gabriel, also signaled concerns about the effect of sanctions on Russia’s stability.


SO:

1 . EU : who is that?
2 . There were problems in Ukraine. So… “Let’s sanction… Russia”. After the sanctions started and continued, a war started in Ukraine. Russia makes several efforts for peace in Ukraine. EU (whoever that is) thinks: “We sanctioned, we can see it doesn’t help. As a matter of fact, things only got much worst since we sanctioned. So, let’s go on the same way. Let’s sanction Russia more.”

And the problem is not Russia’s stability. Although “EU” provokes in this way suffering to Russia’s people. What becomes totally unstable is Europe. Pushing itself  into problems, conflicts and wars which are not hers, or of its citizens.

“EU” (the name is almost ironic) goes on refusing Europe its right to follow its own way, and to relate to US and Russia on terms of equality. “EU” goes on refusing to admit the obvious: that, in the context of the world as it is, Russia has a legitimate right to have its own circle of influence, even a responsibility. And that a relation of respect, cooperation and equality with Europe and US, is all that Russia asked and wants. EU is interested in Ukraine out of own interests. Nothing else. No human interests at all. So does Russia have its own interests too. But while some interests are reasonably honest and legitimate, and can even be put in service of a balance between powerful countries, and of Humanity, others don’t.

The money lost in this cold-war game with Russia, would have been enough to pardon the debts of countries of the EU, which economy has been destroyed, like Greece and Portugal, as Germany has been pardoned of its debts after WWII. Would have been enough to help them to become able to restore themselves, as part of what EU should be striving for: a wealthy Europe, and a better world. Its exactly what was done to Germany in the past, it’s exactly the help it received, and that’s why it became the rich country it is today. Germany should be fighting for that each European country becomes as wealthy. Then Europe would have become strong and powerful. Instead of being busy cooperating with that which only divides it, and destroys it, believing in propagandas that have the power of creating something so serious as wars.

RENDIMENTO BÁSICO – BASIC INCOME

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Haia, 8-1-15

BASIC INCOME
–  Eficiência contra a pobreza e escassez. Criação de abundância. Um avanço e progresso de solidariedade social, um grande passo para resolução da crise financeira e descoberta de soluções económicas. Isto é verdadeiro ou falso ?
Penso que a resposta é afirmativa, se se tiverem em atenção e cuidado, as seguintes questões, para não se fazerem erros evitáveis e desnecessários.

Tenho uma visão diferente a respeito do chamado Estado social.
Enquanto que se tem vindo a considerar o Estado social como causa dos problemas dos países onde ele se tem desenvolvido, eu pelo contrário observo que os países que desenvolveram esse Estado, onde a segurança social se desenvolveu melhor, são os países que se desenvolveram mais e melhor na Europa. São países que durante um período de tempo conseguiram eliminar ou quase eliminar a pobreza. A Suécia e a Holanda, por exemplo.

A Holanda considera que chegou a um estado insustentável do seu sistema de Segurança Social, devido aos custos que comporta.
Um dos elementos que nunca vejo serem considerados, de entre esses custos, é que de facto, o dinheiro que é recebido pelos utilizadores dessa Segurança Social, volta 100% ao mercado, na paga dos custos de habitação, seguro médico, alimentação e alguma telecomunicação: os custos de vida indispensáveis que essa Segurança Social cobre.

Na minha visão, este estado de Segurança Social deve ser melhorado, em vez de abandonado. Não considero que as causas de dificuldades económicas possam ser estas. Os países que não desenvolveram uma assistência social tão completa, são os países europeus que estão verdadeiramente em crise. Falando dos que conheço um pouco melhor, os países do sul da Europa são uma demonstração dessa economia em crise, e de uma estrutura social em crise. Se a causa das dificuldades na Holanda, ou na Suécia, ou até mesmo em Inglaterra, são os custos da assistência social, como se explica a crise económica dos outros países? Se a causa das suas dificuldades é a quantidade de pessoas sem trabalho remunerado, que recebe assistência social, como se explica que hajam tantas pessoas com bons empregos que ficaram desempregadas ?

As causas das dificuldades económicas não serão devido a um sistema financeiro que precisa de mudança, e cujas falhas têm sido amplamente estudadas e explicadas por economistas de todo o mundo? As causas não serão inerentes à realidade económica capitalista — ou até mesmo inerente a qualquer outro sistema, o qual a certa altura encontraria inevitavelmente novos problemas e dificuldades para serem resolvidas?

De entre as soluções propostas internacionalmente para uma economia melhor e mais justa, existe a proposta do ordenado básico ou “basic income”: http://www.basicincome.org/bien/
Na Holanda,  a proposta já foi muitas vezes colocada e discutida na cena política há dezenas de anos atrás. Recentemente, o assunto está a ser mais seriamente considerado do que nunca. O partido holandês D66, entre outros, propõs fazerem-se investigações sobre a sua viabilidade. http://www.reddit.com/r/BasicIncome/comments/2l5871/a_conference_of_the_dutch_party_d66_has_accepted/

Pessoalmente acredito que o basic income pode ser uma mudança que possibilitará uma economia diferente e melhor.

Mas só acredito que isso poderá ser o caso se ele for instaurado com a mesma atitude com que há muitos anos atrás revolucionaram a sociedade holandesa, criando a assistência social que criaram. Um acto que considero ter sido quase um “pôr em prática de verdadeiro cristianismo”. Aliás, tanto quanto sei, partidos cristãos tiveram grande parte dessa revolução que me parece ter sido de amor. Foi uma decisão em comum de pessoas que decidiram apoiar-se mutuamente em vez de se explorarem mutuamente ou de terem uma atitude de desconfiança, inimizade ou exclusivamente de competitividade umas para com as outras.
Embora existindo hoje em dia a consciência de necessidades novas, e dos problemas inerentes ao sistema presente, penso que se houver a mesma atitude, o basic income virá a poder ser inserido de forma a que não venha a trazer prejuízo, trazendo os resultados positivos que esperamos dele.

A:
As coisas positivas que espero do basic income são:
—  mais independência dos cidadãos.
— mais liberdade dos cidadãos.
— mais criatividade dos cidadãos.
— mais criação de trabalho pessoal ou até de postos de trabalho e pequenas empresas pelos próprios cidadãos (embora a quantidade de pequenas empresas pessoais na Holanda esteja em contínuo crescimento já).
— redução dos custos da assistência social — que é substituída em grande parte pelas mudanças trazidas pelo basic income.
— muito menos pessoas sem trabalho remunerado, já que o basic income permite mais maleabilidade, mais flexibilidade, permitindo a pessoas que hoje dependem da assistência social, movimentarem-se e procurarem situações temporárias e de exploração das suas possibilidades.
— enorme diminuição de burocracia, e da energia e custos feitos com a mesma.
— no mínimo, recebimento do equivalente ao que é recebido na assistência social, mas incluindo os vários subsídios, e vrij-stellingen, incluindo os regulamentos que já existem para responder a situações problemáticas.

Existe porém uma outra forma de ver o basic income. Para alguns que são contra o estado social, que têm uma visão política e económica “liberal” ou neo-liberal, ele seria uma forma de acabar com todos os subsídios, todo a assistência social. Eu penso que é sempre mau acabar com coisas que demoraram um longo tempo a serem feitas, que foram grandes conquistas de luta por justiça social, e que são boas. Penso que o basic income substitui sim muitos dos gastos, sobretudo os inúteis e ineficientes. Penso que substitui muita da burocracia que é necessária ao controle da população. Mas penso que nem toda a assistência social deve ser indiscriminadamente desconstruída subitamente. Aquilo em que o basic income não se deveria tornar, seria numa forma de:

B:
— nos tornarmos mais indiferente perante o indivíduo e suas dificuldades, porque “ele recebe um basic income”. Sobretudo e pelo menos durante uma fase de mudança, haverá sempre situações de grande desigualdade possível entre pessoas que recebam um basic income, dependendo de mil e uma circunstâncias pessoais.
— nos tornarmos condescendentes em relação a uma sociedade de automatização crescente, que implica uma redução contínua de empregos e de trabalho para seres humanos.
Penso que precisamos continuar a lutar por automatização ética e sã, que substitua os trabalhos mais desumanos, mas que mantenha e renove outros trabalhos. Precisamos manter acesas as discussões do que é discutível. Por exemplo, as grandes indústrias agrícolas, tendem a automatizar toda a agricultura. Mas milhares de pessoas preferem alimentar-se com os frutos de uma agricultura de pequena escala, com grande parte de trabalho humano e manual. Não só isso, mas também muitos pequeno agricultores, ou pessoas particulares sentem-se bem e realizadas ao praticarem esta agricultura biológica ou e familiar. Abundam sectores da vida humana, em que tudo o que é feito manualmente por artesãos dedicados e especializados, apresenta qualidades desejadas e necessitadas pelo ser humano, enquanto que o que é feito mecanicamente, só pode oferecer quantidade. Pessoas que estão doentes, por exemplo, podem e devem receber mais atenção individualizada de seres humanos, em vez da frieza por vezes experimentada em Hospitais onde o seu pessoal está demasiado sobrecarregado de trabalho. Portanto, se a mecanização permite a libertação de certos trabalhos, ela também deve permitir muitos mais de outros empregos desejáveis. O exemplo dos Hospitais é bastante esclarecedor quando pensamos que uma das aplicações concretas de robots de que se ouviu falar no mercado, foram robots para distribuir as refeições a doentes em Hospitais, creio que nos EUA, poupando assim em pessoal. Esta é a mentalidade quando orientada pelo lucro e por uma economia, que se permite nem sequer fazer um esforço para compreender o quanto é desumano e contra-produtivo este desenvolvimento para o bem estar, recuperação e saúde dos pacientes para as quais a atenção, o amor e a humanidade com que são tratados, contam tanto ou mais até do que a eficiência técnica dos tratamentos que recebem.
Assim, enquanto que a mecanização pode libertar de certos trabalhos, essa libertação deve ser dada no sentido de justamente nos permitir o luxo de não mecanização onde ela não é boa. Creio que só uma economia funcionando em moldes diferentes fará possível estes objectivos serem postos em prática.
— as leis de emprego e trabalho mudarem de tal forma que os empregos se tornem muito menos seguros. Ou seja, por as pessoas terem um basic income, virem a abusar-se mais de contratos instáveis, temporários, e a recusarem-se mais frequentemente o direito a contratos estáveis e fixos, podendo oficialmente despedir-se pessoas com facilidade indevida, ou com mais facilidade do que hoje em dia.
— diminuírem os ordenados mínimos.
— destruírem-se subsídios e bolsas de estudo privadas.

Quanto ao sistema de financiamento dos estudantes, em relação ao basic income, penso que também é uma grande questão, a ser vista com muito cuidado, para não se estragar o que funciona tão bem.

Ao tomarem-se os cuidados necessários para não cair em nenhum dos erros de B, o basic income tem todas a possibilidades de A e de diminuir grandemente a pobreza a escala mundial.

Finalmente tenho que mencionar a questão da idade. Parece-me que existem diferentes teorias, desde o basic income a partir dos 21 anos, até ao basic income para todas as crianças.
Os pais devem receber a mais o que é necessário para a educação das crianças, como hoje em dia.
Alerto para uma mentalidade e agenda (que existe) apenas interessada em aumentar, — praticamente duplicar — os sujeitos que participam no mercado de compra, fazendo das crianças consumidores dos seus produtos. O resultado de tal agenda seria entre outros o impedimento do auto-governo das famílias, da sua interdependência sã, através do afecto e da autoridade dos pais concedida naturalmente pela experiência de vida e compreensão que uma criança ainda não pode ter;  separaria as famílias, tornando as crianças desde o seu nascimento directamente dependentes apenas da autoridade do Estado ou de resoluções de um governo ainda mais global.
Parece-me portanto que o basic income deve ser considerado a partir da idade adulta, ou a partir da fase de estudante.

What is best for Scotland?

What is best for Scotland?

From tomorrow on, Europe will be one country richer. If that is good or bad for Europe and humanity, that depends on their future actions.
For the time being, they seem to be concerned with what is good for them selves, the Scottish. And from what I read, it seems that that is, well, inevitable. Scottish feel that the union of 1707, wasn’t equal and balanced, as it was supposed to be: two kingdoms united. And so they feel after these 300 years that their being a sovereign nation is a necessity in order for them to be able to take better care of themselves, since the ones who govern them didn’t as much.

The Scottish should realise one thing, though:

1 – The most of what I read that they complain about, are also the same complains of the people of sovereign nations. Sovereign countries face all kind of problems, and for either internal or external reasons, don’t always take good care of their citizens. Democracies have problems, and people who vote on apparently democratic elected governments, are often as dissatisfied with the results, as Scottish are with the way the feel unrepresented in Westminster.

2 – Personally, I believe, the sense of the existence of a country is much more related to its contribution to the whole, and its true wish to contribute to a better world, then the mere ambition of satisfying their own interests. If this last is its main aim, then their independence may be inevitable, but to tell the truth, not very exciting.

Most countries had to conquer independence with blood and thousands or millions of lives…
I don’t see why Scotland would have difficulties, given their ideal unpaired circumstances. They are brothers and sisters of the UK, they’ll make business with it and many other countries; they have had ages of learning what they need to know to stride, also at Westminster; besides resources, they have the structures that are necessary for a good survival in this complex world, a highly educated population, and they will have no difficulty in building the same or other business channels that they already use or which the UK already uses.

Unless there are plans to harm and disrupt Europe, plans which would not be fought against, and which would have a direct or indirect effect on Scotland also, I don’t see where the independence of Scotland would not be the best for the Scottish people. For now. Scotland stands strong.

As for sympathy with the UK, to say the truth, I believe that if they really weren’t prepared for that possibility, the referendum wouldn’t be happening yet. And besides, as I said, they are more like 2 big brothers…

Same family: united would be beautiful, but 300 years was a long time to have come to really mind the other kingdoms in the union. If not enough scottish vote yes, than, that is what will be more then time for !
This is what touched me most in what I have been reading: that the wealthiest country on earth, apparently didn’t really take equal care at least of it’s direct blood and spiritual family, even after hundreds of years. Why?
Nobody replies to my blog, otherwise you bet I would ask for replies: why?

Anyway, there are many other considerations, but this may be the most basic, from the perspective of trying to understand “what is best for the scottish?”. What would I be wanting if I was one of them?

You are being convinced that robots are people

You are being convinced that robots are people, and you are going to be convinced that robots are people.
You are supposed to busy yourself with your own life and business, as if that has any importance in the face of the advancement of this program against humanity. Against you, against all good.
It is of course a philosophical-metaphisical-religious issue before anything, and secondly a scientific, and only thirdly an economic.

Truth is that philosophy leaders have allowed this to happen, without interference, because they lost the connection with the most Divine.

I take the opportunity to say something I want to say since a few days: it is a message to my philosophy teachers.
I WAS FINDING IT GREAT !!!! I LOVED IT, even with the spiritual issues, which I always trusted I would be allowed to find my way to defend. I mean, after all, that’s exactly what I had to learn there. Right? I LOVED YOU.
AND THE INTERRUPTION was caused by personal reasons having nothing to do with the wonderful University. To have to stop, WAS JUST ANOTHER necessary BLOW I could never recover from….

Only relating to the future… I admit language is an issue, because to learn to REALLY philosophise in dutch… hum… try to be not a native and philosophise as José Marinho. Or try to philosophise in dutch to communicate with the rest of the world… these were / are realistic language issues.
Further… i think the logic chair would still give me some trouble… but maybe just a question of getting the knack of it…. (the language didn’t help, when it got to logic lessons, lol!).

Well, I just want this to stay clear.
But yes: you cannot study those guys, the big philosophers, hiding their main factor: God, etc. You get false philosophy: that should be clear to any child. Pure science: how can you get a proper understanding of something when distorting their own view and only studying it from another frame which was not theirs? You necessarily get a view which was not theirs while your wish was to do get exactly that.
And how do you understand Soul, if it doesn’t exist for you? If Soul exists, and one thinks it doesn’t, can one then be considered to understand anything at all?

Of course, the issue is also relevant for the religion students, who were, the ones I talked to, almost all, atheists. I don’t know, I write the question: that is maybe almost  comparable to robots “studying” humans, because they don’t conceive what a human being is, hence they can’t study it. “Almost” because a human being is a human being: hence, HE SHE CAN CONCEIVE GOD.

Where does this idea spreading like fire, that robots “think” come from?
Any shop keeper few years ago still had total awareness that a computer doesn’t think. It’s only a machine processing whatever program we have put into it. This consciousness is disappearing. That means: consciousness disappearing MORE, going one spiral down further in human decadence, at this time of danger. No ?