Desenvolvimento do ponto 1: Energia Nuclear

Li há poucos dias um artigo sobre  The ship that totally failed to change the world, BBC News Magazine. Em 1953, pensou-se que a energia nuclear seria ideal como fonte de energia para vários transportes. Muito bem. O projecto destes navios alimentados a energia nuclear não continuou, depois de um gigantesco investimento, devido a vários “acidentes” de fugas e contaminações.

Normalmente, é isto que podemos esperar de pessoas racionais, quanto mais de pessoas que dizem ter um espírito científico.:Depois dos desastres das centrais nucleares, que culminaram recentemente com Fukushima, é preciso ter coragem para mudar os caminhos anteriores, e admitir que investir milhões numa forma de energia que terá SEMPRE acidentes, como qualquer coisa pode ter sempre acidentes, isso fazendo parte da realidade material e física, não vale a pena, sobretudo quando temos outras escolhas de fontes de energia sem nenhuma destas desvantagens. Na verdade, deveria ser completamente ilegal, que qualquer país frequentemente sujeito a tremores de terra ou outros acidentes, mantenha centrais nucleares, porque os acidentes não têm consequências para os países em si, mas para toda a Terra!.

Importante é que estas mudanças se façam sem acusações morais injustas, quanto ao passado! Mas no presente, é tempo de sabermos que não é uma questão de sim ou não acontecerem acidentes, mas sim de QUANDO vêem a acontecer. É apenas uma questão de tempo, já que uma central nuclear inclui a produção e o guardar de dejectos e restos de lixos radioactivos que duram milhares de anos.

Quando depois de Fukushima, os comerciantes de energia nuclear mantém os seus planos, sem uma hesitação sequer, isso demonstra apenas duas coisas: ausência de consciência, ausência de compaixão, e ausência de ciência.

EXISTEM ALTERNATIVAS de energia QUE NÃO FAZEM MAL A NINGUÉM QUANDO se estragam. Ou seja, quando cair uma bomba ou um avião em cima do uma central de energia solar (bem feita), o prejuízo poderá ser financeiro. Mas não provoca a contaminação terrível dos alimentos das populações da cercania, nem o envenenamento dos alimentos das restantes populações do globo, nem a contaminação permanente infinita dos terrenos e dos oceanos, através do contacto com as águas e os ventos.

Porque fazemos sempre escolhas infernais, quando podemos fazer celestiais? Eis algo que deveríamos perguntar a Deus…

Quando temos a escolha entre fontes de energia pacíficas, que a natureza nos ofereceria e daria de bom grado, numa colaboração mútua, porque insistimos em escolher o que é contra ela, a viola, a destrói e quebra, à força, formando continuamente um mundo soturno, de onde as primeiras vítimas somos nós?

No princípio da industrialização, não sabíamos das consequências necessárias dessas indústrias. Mas não podemos aprender nada? Não sabemos hoje que realmente os seres humanos não se sentem felizes sem colaboração e diálogo alegre com os elementos da Natureza? Se temos problemas com gases e carbonos devido ao desenvolvimento anterior da indústria, porque haveríamos de VOLTAR A FAZER UMA ESCOLHA ERRADA, optando pelo caminho que leva a calamidades, em vez de optar pelo caminho alegre das energias realmente limpas, renováveis, em harmonia com a Natureza?

Não sabemos que ela, a Natureza nos dá árvores de fruto e alimento, sol, ar, as nuvens, os oceanos, enfim, tudo o que temos de mais importante na Terra? E que é por ignoramos os seus chamamentos, a rejeitarmos, que ela se vira contra nós? Os animais na Natureza, quase não adoecem… nós adoecemos apenas porque passamos a existência a criar coisas que por sua vez criam a doença, e a destruição. E, não nos cansando do mesmo, repetimos o processo…

Da mesma forma, as nossas plantas não adoeceriam, se não insistíssemos em fazer tudo o que é absolutamente contra-natura !!! Se nem os animais adoecem na natureza, (ou pelo menos, quase não adoecem), o que dizer das plantas!

Estamos sempre a forçar tudo, quebrando, separando, dividindo, esterilizando, criando meio-hambiente horríveis para nós próprios, para os outros seres humanos, animais e plantas. É isso uma Central Nuclear. Mais nada do que isso!

Ora até parece que em Fukushima, a Natureza nos avisou — poderia dizer-se isso! Ou pelo menos, poderíamos considerar esse desastre assim, e aprendendo do óbvio, transformar uma desgraça para toda a humanidade, numa benção: podemos aprender dela e mudar os nossos caminhos.

Se sabemos que nos podemos especializar tão bem a fazer os bailados mais bonitos do mundo, a produzir os maiores artistas do mundo, a fazer arte tão maravilhosa, tão bela, tão perfeita, elevando o ser humano da sua condição de “lobo” a um receptor angélico de luz Divina, porque não fazemos o mesmo quanto a algo igualmente tão belo como a produção de energia para os seres humanos criarem os seus trabalhos, e artes, viverem e cuidarem dos velhos, criarem os seus bébés e a felicidade das suas crianças?

Algum de nós pagaria fortunas para ver uma máquina de lavar colocada no centro de um palco, para vê-la dançar? Porque fazemos isto quanto aos nossos investimentos ? Porque aceitamos que depois da morte ou prejuízo e doença, depois de calamidades nucleares, os mercados continuem impassíveis a dizer que continuarão os mesmos investimentos? A comparação é entre o seguinte: se queremos obter dança belíssima, usamos a nossa inteligéncia e amor, e fazemos uso do que é adequado. Tal como uma máquina de lavar não pode fazer ballet, também uma central de energia nuclear, não pode à partida produzir uma sociedade feliz e harmoniosa, nem paz, tão pouco! Porque a nossa Terra, tem outro destino, e a nossa Natureza clama por outro sistema que a respeite, inclua e abrace.

Não é muito mais belo ter contacto com os elementos oferecendo-nos as suas energias, sem ter que ter o símbolo da morte e da caveira presente por todo o lado?

É verdadeiramente com esses ambientes que imaginamos a felicidade dos nossos filhos? A nossa paisagem, imagem, fantasia de felicidade, é jardins, mares e bosques, cidades e aldeias com parques, pássaros, árvores de fruto e flores lado a lado com o que a cultura e tecnologia oferece? Ou a nossa imagem de felicidade são desertos cinzentos e negros de cimento e “túmulos” de dejectos nucleares, cercados de caveiras e avisos de morte, selados, numa esperança de que não se quebre o selo, para que não se espalhem os efeitos cancerígenos e mortais?

Não digo que não custe “nada”, este divórcio humano de um sistema de energia a respeito do qual se pensou que ofereceria a melhor solução para a riqueza de um país. Mas é um pequeno preço a pagar por um casamento com o que realmente oferece riqueza, e poder de fazer o bem.

Quando digo que a “Natureza nos oferece”, ou “a Natureza”, na verdade quero dizer, não a natureza materialista, de que falam muitos, porque essa quanto a mim nem existe sequer. Falo da Vida cujo corpo se nos torna visível, possível de ser tocada, sentida e percepcionada, como Espírito, Inteligência e Amor que tomou forma. Poderíamos dizer poeticamente que falo do corpo de Deus, ou de um corpo de Deus.

Talvez ao imaginarmos isso, possamos também imaginar o que significam manipulações contra-natura da ordem e organização da Natureza, tais como energia nuclear, manipulações genéticas, misturas de insecticidas dentro de genes e de animais e plantas, etc etc.

Não sabemos que o dinheiro não compra a felicidade, por muito que ajude tê-lo, ou que ele seja necessário? Tal como o que pretendemos nas nossas vidas pessoais quando não estamos aficcionados ao mal, é uma vida rica com amor, alegria, beleza, uma vida divina… também ao tomarmos decisões sobre os países e investimentos económicos, que decidem a vida de milhares de pessoas, devemos fazer uso do mesmo saber e atitude. Se pensarmos só na Bolsa, e no que parece ser a maneira mais fácil de ter energia “limpa”, dedicando todo o dinheiro que temos, à energia mais “suja” do  planeta, não estamos a pensar nem cientificamente, porque não estamos a considerar os factos e dados, nem espiritualmente porque não temos compaixão para que nos repugnem os aspectos nefastos, nem intuição para ouvir a voz do amor que chama por nós, oferecendo energia através da luz do sol, do rumor das ondas, da brisa dos ventos, do correr dos rios, das folhas das árvores, das tempestades de neve. Precisamos apenas de querer extrair energia da beleza e harmonia.

Bom. Agora quanto aos dados concretos contra e favor, que qualquer pessoa precisa saber para estar mais segura e certa, ou para se informar e mudar de posição quanto a este assunto. Primeiro, vou apresentar e reunir aqui os links onde se encontra toda a informação responsável sobre este assunto, na mensagem seguinte.

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