Charity Times – Reino Unido

Não me entendas mal: na verdade, o que me anima, é encontrar as pessoas que fazem o bem! A questão está em que, com tantos a fazer o bem, acontece e é feito tanto mal. Todas as minhas críticas e estudos, dedicam-se apenas a saber como e onde investir e criar uma VERDADEIRA alternativa, para bem da Humanidade, e como reduzir a um terço de hoje em dia, a corrente contrária ao bem.

Charity Times.
Hoje, “G&G” (Grace & Gravity), incluiu uma ligação para o que supõe, neste momento, ser uma fonte central de informação das instituições de “ajuda”, em Inglaterra.
Uma das perguntas centrais, em relação à prática da “caridade”, será:
” — Como te sentirias se
1. O teu violador fosse um psicólogo, e, depois da violação, se expusesse em público, continua e regularmente, “oferecendo-te” — umas vezes — emprestando-te — outras vezes, e com enormes lucros em capital financeiro, ou em capital social, de prestígio, etc. — financiamento para sessões da sua terapia para te “ajudar” com as consequências da violação ?
2. E isto, enquanto negando sempre, e participando nas acções mais perversas, para esconder ser o teu violador, ou ter-te feito qualquer mal, isolando-te, e colocando-te a ti na posição da pessoa doente, e incapaz, que precisa da sua ajuda de terapeuta profissional, capaz, ético, caridoso?
3. Sendo apoiado pela sociedade, entre o quais estão os amigos do violador-“terapeuta”, isto é, aqueles que sabem e no entanto, apoiam o violador-“terapeuta” (cientista!), como os inocentes que nem concebem essa hipótese, como aqueles que poderiam saber mas preferem não pensar nisso.
Esta é a realidade de grande parte, se não a maior parte, senão quase toda a “caridade” organizada e institucionalizada.
A caridade só virá a ser caridade verdadeira, e só poderá ajudar, quando, sem abandonar a parte de ajudar verdadeiramente os que lidam com as consequências e os sintomas, se trabalha honesta e dedicadamente, na identificação e eliminação das causas dos problemas.
Claro que, quanto a uma pequena parte, este foi também o princípio do comunismo e do socialismo, (ou seja, da esquerda) na mente daqueles que apoiaram esses sistemas, por compaixão com a humanidade, e por acreditarem poderem assim criar uma economia e sociedade melhor e justa.
Nestes movimentos sociais, condenaram ou/e mataram todos os anteriores praticantes da “caridade”, que lidava somente com o combate às consequências e aos sintomas.
Ora, é preciso fazer uma coisa, sem abandonar a outra, a qual em si é má, somente pela sua insuficiência e parcialidade. Não é mau, por exemplo, dar aos pobres, mas é mau :
1 – apoiar e manter aquilo que cria a miséria.
2 – não participar e até impedir o aprofundamento da compreensão e exposição de quem e do que causa a miséria.
Não é mau, por exemplo, fazer o bem por quem tem cancro, mas é mau:
1 – apoiar aqueles e aquilo que cria o cancro.
2 – não participar de alguma forma, ou até impedir o aprofundamento e exposição de quem e do que causa o cancro.
Parece ser óbvio, mas, o óbvio é o menos praticado. Como consequência, milhões de pessoas ficam “confusas” e “revoltam-se” por “ajudarem” “tanto”:
Bloom was caught on camera talking about foreign aid. He said: “How we can possibly be giving a billion pounds a month, when we’re in this sort of debt, to bongo bongo land, is completely beyond me.”.

É o tal aprofundamento e exposição que são necessários.
Dos meus projectos e planos, faz parte um grande respeito pelos inocentes, que realmente querem alcançar o objectivo de ajudar. Não há falta daqueles que querem dar. O que há falta é daqueles que se arrependam, a ponto de querer investigar e aprofundar as causas dos males provocados.
Se o Sr Bloom se quisesse informar do quanto
1 – Os países ricos, mesmo com as suas “dívidas”, têm necessidade dos “pobres” – seja em que sistema for.
2 – A riqueza dos países ricos, com ou sem dívidas, é à custa de explorar, espremer, causar pobreza, miséria, guerra, destruição e problemas nos tais países estrangeiros que depois são eventualmente “ajudados”, a questão deixaria de ser “além da sua compreensão”.
O que tem o verdadeiro cristianismo a acrescentar, para ser diferente em todos estes problemas, e trazer a alternativa ou as alternativas necessárias?

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