Da “True” History of the US – à História da Monarquia (Britânica)

“Se ao menos neste dia que te é dado, tu também conhecesses o que te pode trazer a paz!…Mas agora isto está encoberto aos teus olhos” – Jesus, Lucas 19:42
Um bom domingo.

Eis neste longo vídeo, um conto de fadas à americana. Mas porque não fazer-mo-lo nós assim de verdade? Podemos fazê-lo.
Reparem como tanto neste vídeo como nos discursos de pessoas directamente ligadas a este vídeo, (LaRauche); como ainda no das pessoas ligadas mais distantemente ao assunto deste vídeo, como por exemplo, Maçons, só há, frequentemente menção do cérebro. O teu cérebro é o que vale, é o teu valor, porque é a fonte da tua capacidade de produção.
Pois bem, temos em nós, se quisermos e se escolhermos isso, os elementos essenciais que faltam a estas capacidades meramente cerebrais.
Faltam o elemento Divino (e não mágico), o elemento do Amor. E como é que eles se encontram?

Estou a fazer tudo o que posso para poder ajudar-te a ser possível trazer alguns dos elementos que faltam, à prática — minha, e de todos os que queiram. À medida que o faço, involuntariamente na solidão, vou aprendendo e avançando interiormente.
Mas podemos criar uma realidade para todos, em que à medida que trabalhamos para dar e criar, vamos descobrindo a verdade espiritual que buscamos. E então, o avanço tornar-se-á mais rápido e animado.

Conheçam o tempo quando forem… re-visitados ! :)
“Porque virão para ti dias em que os teus inimigos te cercarão de trincheiras, te sitiarão, te apertarão por todos os lados, te deitarão por terra a ti e aos teus filhos que estão dentro de ti, e não deixarão em ti pedra sobre pedra, porque não conheceste o tempo em que foste visitada”  Jesus em Lucas 19:44

O que é que é verdade no vídeo, e o que é que é mentira?
Quais as ideias nele para Portugal? Como podemos alcançar a bondade pela qual todos desejamos ser conhecidos?

5:00: O império Britânico enriqueceu com viciar a China em ópio. Interessante, não é verdade? Já vem de longe, a táctica!!! Afinal, é a religião que é o ópio do povo ??? Que ideia de conveniência!

The British would follow the earlier example of the Dutch, who pacified Indonesia with opium: the Dutch East India Company began shipping opium to Java in 1659, and by the middle of the next century, 100 tons were arriving every year, in the city of Batavia, alone. The opium addicts and the corrupt officials who collected bribes to allow smuggling, effectively became allies with the British in subverting China. Opium had a devastating effect on the Chinese military, and on the Chinese intelligensia. …The East India Company established a monopoly over the production of opium, shortly after taking over Bengal. Before each growing season, Company officers went through the villages contracting with the peasants on how much acreage to plant, and making loans to cover costs. Indian peasants sold the opium juice to the Company, whence it was taken to the factory. The opium juice was processed into a form suitable for smoking, and formed into three pound cakes, which were then wrapped in poppy pedals. Forty of these cakes were loaded into chests, each stamped with the symbol of the East India Company. In a completely transparent fraud of “free trade,” the Company then auctioned off these chests to “country traders,” (whom it pretended were independent), at roughly four times the cost of production. These traders were licensed by the Company, and in some cases financed by it. The Company would even give the “country traders” opium on consignment, and collect payment in Canton (Guangzhou) after the opium had been sold.”…

Veja-se agora como já vem de longe a política que foi aplicada a Portugal, da proibição e destruição da sua produção, para que ele se torne num importador dependente, em vez de apoio, desenvolvimento e comércio:

“…The bankruptcy of the East India Company, and a strategy of more intensive looting of India, required a new, more destructive policy for China as well. In 1817, the British launched their “free trade” offensive against India, flooding it with English cloth, while blocking the development of Indian cloth manufacture. The British required increased sales of opium to pay for the shipments of cloth into India. The Company shifted to a policy of maximizing opium smuggling (and addiction, as well). “

 

Temos à vista aquilo que já aprendi pela experiência há muitos anos: Portugal, portugueses, vivemos entre pessoas que, contrariamente ao que pensas e sabes, usam as mesmas tácticas de domínio de há 500 anos atrás: só as roupas mudaram. Porém, tu estás viciado, drogado, e dependente. Não foi em ópio que te viciaram. A ti viciaram-te como aos Indianos.

É bem verdade que no fundo, o teu passado ainda nada teve a ver com o que este vídeo mostra. Acreditares que podes desenvolver a tua própria produção. E teres tremenda confiança no poder da virtude: Bondade, Verdade, Beleza. Em vez do poder da mentira, intrujice e mal que sempre revestiu o comércio e o poder. Como vês.
Ou fazemos vencer a virtude, só ela nos interessa, só ela tem poder. Ou nada. A morte.
Mas onde se encontra a virtude? Onde se busca?

Karl Marx: “Marx’s role as an apologist for the British Empire’s “globalization” is explicit in his defense of the British Empire’s rape of India. Marx advanced a Mandevillian argument, that, because “capitalism” is superior to “oriental despotism”, even though the intent and actions of British colonialism were evil, British colonialism benefitted India!
Even more explicit is Marx’s defense of Britain’s first Opium War. Amidst much bravado about the potential for world revolution, Marx praised the Opium War for throwing China into chaos. He claimed that Britain was advancing civilization in China, by destroying China’s old culture, and opening up China to the international economy. He even reported, approvingly, that British policies were causing such unemployment in China, that displaced Chinese workers were being used as slave labor throughout the world. Karl Marx wrote in a July 22, 1853 article in the New York Daily Tribune:
“Whatever be the social causes, and whatever religious, dynastic, or national shape they may assume, that have brought about the chronic rebellions subsisting in China for about ten years past, and now gathered together in one formidable revolution, the occasion of this outbreak has unquestionably been afforded by the English cannon forcing upon China that soporific drug called opium. Before the British arms the authority of the Manchu dynasty fell to pieces; the superstitious faith in the Eternity of the Celestial Empire broke down; the barbarous and hermetic isolation from the civilized world was infringed; and an opening was made for that intercourse which has since proceeded so rapidly under the golden attractions of California and Australia. At the same time the silver coin of the Empire, its life-blood, began to be drained away to the British East Indies.
” Reflecting the racism which dominated England, where the majority of the population enthusiastically supported the first Opium War (there were popular demonstrations against the second Opium War), Marx defends the British-forced addiction of China: “It would seem as though history had first to make this whole people drunk before it could rouse them out of their hereditary stupidity.” Marx even argued that the Chinese had a disposition for opium: “The Chinese, it is true, are no more likely to renounce the use of opium than are the Germans to forswear tobacco.”” ~ Marx

“By 1831, the opium trade into China was two-and-a-half times greater than the tea trade. It was probably the largest trade in a single commodity anywhere in the world.”

Citações daqui: Opium Wars

Maravilhosos estes ateus! Quanto mais se sabe deles… !
As últimas descobertas tinham sido sobre o Bernard Shaw, creio eu.
Portanto, quem no fundo, tem a responsabilidade de Mao-Tsé-Tsung e da ditadura chinesa?
E claro, está-se mesmo a ver que nada teve a ver com os maçons, pois não?

Portugueses !
Tornem-se numa cultura diferente !
Não são nem os “europeus” nem os americanos — nem os sionistas, nem os chineses que vos vão ensinar a construir um mundo de “igualdade, liberdade e justiça!, como pretendem, ao quererem implementar um sistema pensado pelos “globalistas”. Quem são eles senão os mesmos que exploram e espalham este horror há séculos e milénios?
Colaboração sim, mas verdadeira.

Nenhuma colaboração interessa, se não tivermos no nosso centro a primeira: a Divina. Chamemos essa, primeiro. Vamos desencobri-la primeiro ! Depressa? Tão depressa quanto a vossa colaboração. Tão verdadeira quanto a colaboração divina.

E depois ainda dizem que os países pobres como Portugal, são pobres porque trabalham pouco! Pelo amor de Deus! Tenham vergonha na cara!

via 1932, A True History of the United States – YouTube.
[youtube http://www.youtube.com/watch?v=RgcdRCWEt4Q]

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