Devido ao caso recente da informação de que estão a ensinar chinês às crianças na escola, quase que é caso para colocar este post no meu blog sobre Portugal…
E porquê que estas coisas não se falam mais em Portugal ?
Fala-se de democracia, de fascismo, e do nazismo. E das ditaduras da religião.

Ainda ontem havia uns fritos de exclamação, em reacção à rapariga — paquistanesa? — que foi morta por fanáticos, de que “essa é a razão porque temos que instituir o secularismo”. (como se não o tivéssemos?).
É uma confusão tanta, que não sei de que lado focar a questão.

Não acha os livros “nada de especial”, mas o problema de Ai Weiwei com a escolha de Mo Yan para Prémio Nobel da Literatura é outro: “Escolher um escritor que não protege os outros escritores não é aceitável”. Ao PONTO FINAL, o mais famoso dissidente chinês diz que Mo Yan, “não é mau tipo” mas não faz qualquer esforço para promover a liberdade de expressão num país onde “a censura é tão forte”.

Inês Santinhos Gonçalves

– Tendo em conta as afiliações políticas de Mo Yan, como encara a atribuição deste prémio? Política e literatura podem ser separadas?

Ai Weiwei – A China está numa situação muito difícil. Todos os artistas vivem sob forte censura e Mo Yan tentou defender isso. Disse que havia liberdade de criação, o que não é verdade. Claro que não te impedem de escrever, mas não vão publicar o teu trabalho ou deixar-te mostrá-lo. Como…

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