O Facebook

Depois do últimos post, fui ao facebook porque alguém de lá me chamava e eu pensei bom responder
apesar de saber por mim e para mim, não ser momento para ir. (sem a montanha de energia que é precisa)
Continuo mal desde a semana passada. Mas o que percebi a semana passada, tinha tempo para estar doente
e recuperar.
Mas ontem já não parecia ter tempo para estar doente.
Falei à pessoa no facebook.
Depois, o costume :
milhares de boletins e opiniões
que por não pessoalmente dirigidos, fazem confusão.
Foi isso. Nada traduzido em transparente presença, ou simples pergunta.
E se pergunta houvesse, seria talvez como aquela pergunta feita a Hitchens sobre Trotsky, quando era impossível responder no momento…
São mais respostas sem perguntas.
(não que o facebook não possa ser bom! Mas esta a realidade que lá agora optaram escolher.
Confusão que surja, é perfeitamente possível de resolver por comunicação pessoal, sincera, e com a atitude devida perante a situação.)

e o meu mural está uma maçada de recuperar,
de posts que só eu vejo…

porque naturalmente, deixou de apetecer
falar no caos
e trazer um oceano de energia
para iluminar o caos

Além de que no caos da semana passada —
Era isso que importava contar, a semana passada,
e talvez ainda o faça.

No caos da semana passada
em que havia ainda, aliás, um sentimento muito bom
— o amor dá – nos sempre este sentimento
de novo e de novo e de novo volta

(nota a acresecentar)

Surgiu esta necessidade de publicar estas coisas
do interesse pelo Hitchens, e do que significa
a alegria da discussão diálogo verdadeiro debate
enfim,
num verdadeiro pôr em prática pessoal do Clube das Ostras… ! :)
mergulhando em águas de obras que me interessam
e que interessam
— como ele próprio diz: é o assunto mais fundamental…
e é…
E porque Dawkins sempre fora uma desilusão.

Admira-me Hitchens estar convencido de, com Dawkins “pertencer a um grupo de pessoas que pensam que nada sabem”. Esta convicção, era sem dúvida interessante de “dialogar” com Hitchens (debate por debate não interessa absolutamente nada, claro está.).
De acordo com ele: o que importa mais do que esclarecer algumas coisas a respeito desta questão fundamental?

Como dizia um escritor holandês, ateu:  Se Deus existe, então é evidente que o mais importante da vida, é viver para o Divino.
Senti Dawkins como alguém que raramente tenha feito alguma observação interessante sobre religião, além do protótipo do cientista arrogante da sua ciência — embora as irritantes ou arrogantes pessoas que possam ter-lhe dito o mesmo, isso não interessa.
Assim, é forte demais Hitchens a dizer “pertencemos a um grupo de pessoas que adopta a posição de Sócrates, a posição de que “nada sabemos””.

Mais um post misturado sem intenção.
Apenas a situação de uma realidade pessoal em que se continua a tentar
estender mãos e permanecer em contacto, esclarecendo o próximo —
o esclarecimento possível, no seio de caos provocado.

Junto com o facto de a mulher, ter também vida intelectual, além da amorosa e da física; e da espiritual.
E também isso é o seu vôo.

Uma mulher é uma mulher, não é uma borboleta.
E é assim que é borboleta.

Os seus casulos e vôos, destinam-se a mais do que a momentâneos idílios.

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