A “arte” de torturar e mal-dizer, no sec XXI (parte III)

Há pessoas cuja vida é tão vazia, ou tão falhos de imaginação e ideias próprias, que não têm mais nada para fazer do que querer meter-se na minha, e até “fazem “arte” com as suas projecções, calúnias, mentiras, como se sobre mim se tratasse.

Adivinho terem algumas pessoas pretendido, que não vejo o amor ou amizade que me cercou; o apoio e os amigos.
Pois lá está mais do mesmo: acusações ao desbarato, opostas à realidade. Difamação, em que as mulheres participam, mantendo o círculo vicioso da opressão feminina, há milénios. Cansa, (pelo menos a mim) mas estas pessoas nunca se cansam. Entre elas, as do sexo feminino, são mulheres que se servem do denegrir da  mulher, e do que ela tem como missão, para manter os homens presos a si, em permanente confusão.

Amor e amizade, vejo muito bem, e por isso me comovi, me alegrei, continuei, e dei tudo o que tinha.

Quem não vê, é quem nem tem imaginação suficiente para ver o sofrimento que causa !!! Nem capacidade para percepcionar razões de amor e gratidão que o ultrapassam . Assim, julgam, porque são mesquinhos, e julgam mal.
E também vejo o quanto os homens, convencidos de que o seu saber é suficiente para tudo conhecer e julgar, pensam não ser o diálogo necessário — embora acusem políticos, pelo mesmo crime que cometem.

Ora, falo disto a propósito de coisas, as quais, explicar em detalhe, não explico, pois que uma explicação, requer outra, e outra ainda, e assim sucessivamente, e não tenho que explicar o que a  ninguém diz respeito. Tenho, na medida do possível, ainda o senso do bom gosto, ciente embora da complexidade dos interesses fortíssimos de algumas pessoas — interesses de que ninguém dos que apenas me conhecem na internet, pode fazer a mínima ideia.

A razão de não falarmos de certas coisas também por respeito a outros, a capacidade de auto-sacrifício, são coisas que para esses, nem imagináveis são, quanto mais compreensíveis. É o caso dos artistas que têm tanta falta de ideias próprias,  que até precisam da dor profunda do próximo para afeiçoarem outros a si, e, como vampiros,  dela alimentarem “a sua arte”.

Entre as muitas reacções possíveis, esta é, parece-me, a única a ter atrás de um computador, a falar com pessoas que não sei quem são, mas que, não sendo outras, indicam as seguintes características :

1. Capazes de várias formas de tortura, sustentada e prolongada, não inferiores às crueldades que noutros acusam, como os inquisidores de há 5 séculos — igualmente inconscientes da sua violência , e até acreditando genuinamente estar a ajudar o julgado — que igualmente não consultam nem compreendem, para que, em vez de tortura, se pratique o necessário. Como se sabe, na altura das caças às feiticeiras não só por católicos, mas por tradição popular, torturavam-nas por simples doenças, sinais, que consideravam merecedores de tortura, castigo e até morte  — isto relembrando sobretudo em certos acontecimentos durante o Verão de 2011.

2. Perante tragédia alheia, e injustiça, mais uma vez, tal é a sua preocupação com a parte que comporte algum mal para os próprios — contrariamente ao que pensam enquanto as mesmas questões são apenas teóricas, e opinam sobre o que outros deveriam fazer — que, inconscientemente, se esquecem até da responsabilidade, necessidade e possibilidade de acudir com soluções práticas, de forma a não castigar, condenar e apedrejar quem por tragédias ou injustiças passou — à semelhança do que noutros (povos) acusam.

Neste momento nada mais tenho a declarar sobre o assunto, também, porque estou a tratar com uma espécie particular de gente que me é desconhecida. Amigos em carne e osso a falar comigo, isso, é outra coisa.

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